Estresse eleva risco de infarto, aponta estudo

O estresse é um fator de risco para as doenças cardiovasculares que, infelizmente, acaba negligenciado por boa parte dos profissionais.

Mesmo em tempos onde somos submetidos a uma carga de estresse muito alta. Nosso estado de alerta, que já foi útil para a sobrevivência do ser humano em tempos pré-históricos, hoje é acionado a quase todo momento.

Vivemos em uma realidade de grandes cobranças no trabalho, trânsito intenso e praticamente nenhum silêncio. Esse cenário leva a um pico dos hormônios do estresse, como o cortisol e a adrenalina.

O disparo desses hormônios pelo organismo tem impacto direto na saúde do coração. 

A estimativa é que 90% da população mundial conviva com as consequências do estresse para a saúde, em diferentes níveis de gravidade.

Portanto, os estudos têm sido direcionados para medir os riscos para as doenças cardiovasculares.

Continue até o final para saber mais.

A relação do estresse com o risco de infarto

O excesso de estresse aumenta os riscos de entupimento de importantes artérias. Esta foi a conclusão de um levantamento de dados realizado por equipe da Faculdade de Medicina de Harvard (EUA).

O pico dos hormônios do estresse ativam a produção dos glóbulos brancos no sangue. Essas células são o exército de defesa do organismo. Porém, quando concentradas em excesso, acabam congestionando as artérias coronárias.

Isso dificulta o fluxo de sangue na região, aumentando os riscos de coágulos que culminam em infarto.

O estresse excessivo, conforme concluiu a pesquisa, é responsável por até 15% dos casos de infarto.

E os problemas não param aí. Outros estudos demonstram como pessoas que se consideram estressadas tiveram mais AVC’s e infartos 

Como o estresse afeta negativamente o coração?

O indivíduo com altos níveis de estresse passa muito tempo com o sistema nervoso simpático acionado durante longos períodos. Quando esse sistema passa muito tempo em  alta, eleva os picos da pressão arterial e a frequência cardíaca.

Por isso, uma pessoa estressada provavelmente conta com pressão arterial e frequência cardíaca mais altas que uma pessoa que não é estressada. Tais sintomas contribuem muito para a manifestação de uma doença cardiovascular.

O controle do estresse

Nunca foi tão urgente a adoção de atitudes e medidas responsáveis pelo controle do estresse. Boa parte das situações que causam o estresse não podem ser evitadas. No entanto, cabe a cada um encontrar estratégias para não deixar que o estresse tome conta do seu corpo.

A prática de exercícios físicos é uma alternativa simples, barata e acessível. Atividades físicas ajudam a evitar doenças cardiovasculares e estimula a produção de neurotransmissores associados à sensação de bem-estar.

Sempre que possível, procure por momentos em silêncio. São cada vez mais raros, mas poderosos para restaurar o organismo.

Ter uma atitude de prevenção às doenças cardiovasculares é muito importante. Principalmente em um contexto onde essas doenças deixam tantas vítimas. Por isso, criei o Curso Forte Coração, 100% on-line em uma linguagem acessível para qualquer pessoa compreender tudo sobre doenças do coração.

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Espero que você tenha gostado de saber sobre como o estresse eleva o risco de infarto.

Até a próxima!