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Quando se fala em óleo para cozinhar, as dúvidas são grandes. Aliás, esse é sempre um tema que gosto de falar, para tirar o máximo de dúvida das pessoas.

Nas últimas décadas, aumentou muito o consumo de óleos para cozinhar. E junto a eles, vieram também todos os problemas que eles causam à nossa saúde.

Seus efeitos na saúde variam de acordo com os ácidos graxos que contêm, de quais plantas são extraídos e como são processados.

Para tirar algumas dúvidas, e também responder sobre qual o melhor óleo para cozinhar, preparei esse artigo para vocês! Vamos lá?

Quais óleos evitar?

Primeira coisa: o pior óleo para você cozinhar são os óleos refinados. Aí entram o óleo de milho, de soja, de canola, entre outros. 

Ou seja, se está em uma embalagem de plástico transparente no mercado, com um preço que varia entre R$ 5 e 10, esse são os piores óleos para você cozinhar.

Se você pesquisar como é o processo de extração e refinamento desses óleos, não terá coragem de passar nem perto deles, quem dirá usar para preparar algum alimento.

Eles são extraídos de plantas usando um solvente químico ou um moinho de óleo. Em seguida, eles são frequentemente purificados, refinados e, às vezes, alterados quimicamente.

Além disso, quando elevados a altas temperaturas — como quando vamos fritar algo — ela se transforma no pior tipo de gordura, a gordura hidrogenada. E os óleos vegetais comerciais também podem conter gorduras trans.

Uma alta ingestão de gorduras trans e hidrogenada está associada a todos os tipos de doenças crônicas, incluindo doenças cardíacas, obesidade, câncer e diabetes.

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O melhor óleo para cozinhar

O melhor óleo para você cozinhar é o azeite de oliva virgem ou extra-virgem. As pessoas têm certas dúvidas sobre o azeite de oliva, que quando exposto a altas temperaturas começa a queimar.

Isso acontece com qualquer óleo. Quando aquecido a uma temperatura muito alta, é claro que vai queimar, e isso também acontece com o azeite de oliva.

Para evitar essa queima, quando ele começa a soltar fumaça, o segredo é não colocar óleo em grandes temperaturas. 

Porém, o azeite de oliva é resiste sim às altas temperaturas, diferentemente do que muitos pensam. Ou seja, podemos aquecer o azeite de oliva, sem que ele perca suas propriedades principais.

Claro que o consumo frio é muito mais benéfico à saúde, ainda mais se você for usá-lo como um tempero na salada, por exemplo.

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Alternativas saudáveis

Qualquer óleo vegetal que seja extraído a frio também são bons. Temos o óleo de gergelim e o óleo de abacate, ambos quando extraídos a frio, são ótimas opções e comparáveis ao azeite de oliva.

Depois disso vem as gorduras saturadas, como a banha de porco, a manteiga, manteiga ghee que tem um ponto de fumaça maior que a manteiga comum e já é filtrada, o óleo de coco, entre outros.

O problema é que algumas pessoas não respondem bem a esse tipo de gordura, por mau metabolismo. Quando isso ocorre, aumenta o LDL ruim, principalmente aquela partícula do LDL que tem maior potencial de oxidação. 

Portanto, temos que ter cuidados ao seu uso nestas pessoas, mas em geral também são ótimas opções, pois são mais estáveis durante o aquecimento.

Cuide de você!

Espero que as dúvidas sobre qual o melhor óleo para cozinhar tenham sido tiradas. Mas vale a pena repetir: evite todo tipo de óleo vegetal refinado!

E dê preferência para queles óleos vegetais extraídos a frio, como o azeite de oliva. Seu corpo e seu coração vão agradecer suas escolhas!
Espero que tenha gostado do artigo sobre qual o melhor óleo para cozinhar. E para mais dicas e informações, confira o vídeo que gravei para meu canal no Youtube sobre o tema. É só dar o play abaixo!